5 horas de Open Bar na Four Disco

A Four Disco promove, nesse sábado (9), a festa “Ressaca de Carnaval”. Serão 5 horas de Open Bar, com vodka, cerveja, refrigerante, água e paiol liberados. As atrações musicais serão a dupla Carlos & Ronaldo e a cantora Monica Siqueira. Nos intervalos, Marcelo Brazil e Bruno Bidu agitam a pista. Ingressos no Inove Restaurante e no site www.fourdisco.com.br.

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Sociarte 08/03/2019

Niver duplo 1

Da redação os parabéns para as queridas Gilvana Felippe Feres Laviola e Riviane Maria Felippe Feres Laviola, que completaram idade nova. Elas, que são mãe e filha, aniversariaram na quarta-feira (27) e na quinta-feira (28) respectivamente. Parabéns pra elas! Muitos anos de vida, saúde e paz!

 

Niver duplo 2

A quarta-feira (6) e a quinta-feira (7) foram festivas para Márcio Couri Guedes Laviola e Francisco de Assis Laviola (nosso colunista político). Eles completaram idade nova e receberam o carinho de seus familiares. Todos do jornal A Notícia desejam que esse seja mais um aniversário abençoado, repleto de muita alegria e paz!

 

Parabéns, Caio

Na sexta-feira (1º) foi o dia de Caio Laviola completar seus 17 anos de vida. Da redação enviamos fotos de muitas felicidades, sa;ude e paz. Que Deus continue guiando seus passos e abençoando a sua vida abundantemente!

 

Nascimento de Helena

A pequena Helena chegou ao mundo no dai 26 de fevereiro enchendo de alegria e amor os corações de seus familiares. Ela é a primeira filha do casal Vinicius Rocha e Thais Cristina Luz Chaves Rocha. Seja bem-vinda, Helena! Que Deus te dê saúde e paz!

 

Niver de Myrinha

A nossa querida amiga Myrian Trotta (Myrinha) comemorou com uma linda festa “Boho Chic” a chegada de mais um aniversário. A comemoração aconteceu no domingo (3) nos salões da Fazenda Divisório e reuniu muitos amigos e familiares. A aniversariante é casada com Jusley Peçanha e mãe da pequena Maria Júlia Trotta. Myrinha é filha do querido casal Marlene Trotta e Herculino Trotta (in memorian), conhecidos como os donos do mais tradicional frango assado de Muriaé: o Big Frango Trotta. Parabéns, Myrinha!

 

Parabéns, Nicodemos

Na terça-feira (12) é dia de comemorar a idade nova do nosso amigo professor José Nicodemos Couto, que está no comando da centenária Escola São Paulo. Ele é casado com a querida Celinha e pai de Hyama, Arthur e Alice. Parabéns, Nicodemos! Desejamos que Deus te dê muitos e muitos anos de vida, saúde e paz!

O que torna uma nação estável

São muitos os fatores que tornam uma nação estável mas, sem dúvida alguma, entre esses fatores estarão um crescimento econômico sustentável e um conjunto de leis que possam garantir a tranquilidade social e a existência de um Estado Democrático de Direito.

Em nosso país, esses dois quesitos foram sempre um obstáculo ao nosso desenvolvimento. Basta atentarmos para o elevado número das nossas Constituições  para se ter uma ideia das turbulências internas que as originaram. A nossa primeira Constituição foi a de 1824, dois anos após a nossa independência político-administrativa e ainda no tempo do Império. Foi aquela que instituiu, além dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, o Poder Moderador, exercido pelo Imperador. Depois, tivemos a primeira Constituição Republicana, em 1891, que introduziu o Laicismo, separando a Igreja do Estado, uma grande conquista para a época. Depois, a de 1934 que, a despeito da sua inspiração autoritária, foi a que estabeleceu as eleições diretas, o voto secreto e sacramentou o direito de voto às mulheres.  A de 1937, essencialmente autoritária e que instituiu o “Estado Novo”, foi redigida praticamente por um único jurista, o eminente mineiro de Dores do Indaiá, Francisco Luís da Silva Campos, o famoso “Chico Campos”, amigo pessoal de Getúlio Vargas. Mas não paramos por aí. Em 1946, depois da deposição de Getúlio Vargas, tivemos a Constituição de 1946, apelidada de democratizadora.

Com as diversas conturbações e perturbações sociais do Governo de João Goulart, que sucedera Jânio Quadros, tivemos a Revolução de 1964 e uma nova Constituição promulgada em 1967. Ainda teríamos a Emenda Constitucional de 1969, que equivale a uma Constituição, promulgada pelos militares: Augusto Radmacker Grünewald (Ministro da Marinha), Aurélio de Lyra Tavares (Ministro do Exército) e Márcio de Souza e Mello (Ministro da Aeronáutica) que compunham a Junta Militar provisória após o falecimento do Presidente Artur da Costa e Silva. Logo depois, seria eleito pelo Congresso Nacional o Presidente Emílio Garrastazu Médici. Após o período dos Presidentes militares, tivemos a Constituição de 1988.

Perderam o número das Constituições que tivemos? Foram sete. Oito, se contarmos a Emenda de 1969 como Constituição.

A França, que passou também por conturbados períodos de Revoluções e crises internas, ao longo de séculos, alternando períodos monárquicos com presidencialistas, teve mais Constituições do que nós. Se contarmos a partir da Revolução de 1789, podemos anotar Constituições em 1791/1793/1795/1799/1814/1830/1848/1852/1875/1946 e a de 1958. São onze, se não me esqueci de nenhuma em minha pesquisa.

Há países que nem Constituição propriamente possuem, como a Inglaterra. O Reino Unido, apesar de toda a sua pujança, possui apenas uma Consolidação de Leis que emergiram desde uma Carta Magna de 1215 e que completou-se com o pensamento de John Locke exposto em sua obra “2º Tratado Sobre o Governo Civil”, do Séc. XVII. Durante todos esses séculos da sua história, o Reino Unido conciliou progresso econômico com conquistas sociais, sem abrir mão de suas convicções liberais.

O interessante é que os Estados Unidos da América, que há muitos anos é a nação mais poderosa do mundo e prima por seu regime democrático e conquistas de valores internos, só teve uma Constituição, aprovada em uma Convenção Constitucional realizada na cidade de Filadélfia, no Estado da Pensilvânia, entre os dias 25 de maio e 17 de setembro de 1787. Foi sua primeira e única Constituição. É claro que no decorrer desses mais de 230 anos de história  algumas emendas foram inseridas no texto original para se adaptarem à modernidade que surgia.

O número excessivo das nossas Constituições e, principalmente, o seu caráter detalhista, reflete a nossa própria insegurança institucional.

Editorial 08/03/2019

As investigações da Polícia Federal, na Operação Lava-Jato, escancarou um sistêmico esquema de corrupção, envolvendo as maiores empreiteiras da construção de obras contratadas pelo Governo Federal, nos últimos anos.

Dentre as dez maiores empreiteiras que têm seus contratos em curso com a Administração Pública Federal, sete delas estão envolvidas no esquema de propinas pagas a políticos e partidos, através de doações de campanhas registradas ou não. São elas: Odebrecht, Andrade Gutierres, OAS, Camargo Correa, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia e Construcap. A maioria delas, ou estão com seus diretores presos, aguardando julgamento ou eles já foram condenados em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro.

Como se sabe a lei de licitações para a contratação de obras públicas determina que a empresa licitante esteja completamente limpa, ou seja, são exigidos vários documentos como, certidões negativas das Receitas Federal, Estadual e Municipal, previdenciária, trabalhista de ações cíveis e criminais, além de vários atestados que comprovem a idoneidade do licitante, sob pena de ser ele considerado inabilitado.

A pergunta que não quer calar é a seguinte: Com tantas empresas envolvidas em falcatruas diversas, tendo os seus principais diretores condenados a vários anos de cadeia, como estão ficando os contratos em curso com o governo? Os acordos de leniência que foram feitos durante as investigações as eximirão do requisito de idoneidade para contratar? Como ainda não se tem resposta, resta agora esperar para ver no que tudo isso vai dar.

A difícil reforma da Previdência

Não será nada fácil para o governo Bolsonaro emplacar a reforma do Sistema Previdenciário. Por óbvio, a reforma é de extrema necessidade, sob pena de, em pouco tempo, não se ter dinheiro nem para pagar aos atuais aposentados. Considerando que uma expressiva parte dos brasileiros vão se aposentar nos próximos dez ou quinze anos, aí é que a coisa fica feia mesmo.

A tentativa feita pelo governo anterior no apagar das luzes esbarrou na falta de credibilidade do ex-presidente Michel Temer e, principalmente, num Congresso viciado pelas manobras partidárias, acostumados a levar vantagens no famoso toma lá dá cá. Nos últimos anos, consolidaram-se negociatas de alta rentabilidade para poucos com os recursos públicos, ou seja, dinheiro do contribuinte.  Para levar esta reforma a efeito, de forma a atender as principais necessidades do país, o governo terá que fazer uma inédita negociação com 30 partidos na Câmara e 21 no Senado. São os partidos com representação no Congresso Nacional. E sem nenhuma negociata, diga-se de passagem, pois isso é promessa de campanha de Bolsonaro.

Partindo do princípio de que houve uma renovação do Congresso em cerca de 40%, espera-se que os novos representantes do povo, nos quais votamos em outubro do ano passado, estejam mais comprometidos com o futuro do país. Mas, facilidade para se chegar a um consenso o governo não terá, até porque continuam no poder partidos oposicionistas que querem ver o “circo” pegar fogo e têm como lema principal aquela máxima de quanto pior o novo governo, melhor. O PSOL e o PT, por exemplo, embora desidratados, são contra qualquer tipo de proposta reformadora e continuam espalhando o terror junto à população de baixa renda, principalmente aqueles de escolaridade deficiente.  A atuação nefasta desses partidos é divulgada todos os dias e estão aí para não me deixar mentir. Exemplo: Até hoje não engoliram a mini reforma trabalhista e esperneiam apoiados pelos grandes sindicatos e pelos Movimentos Sociais, que eram acostumados a amealhar vultuosas quantias oriundas dos cofres públicos, só para promoverem a baderna e a inquietação nacional.

O certo é que, neste momento, é preciso cortar na carne e ter como foco principal os grandes privilegiados como servidores da União, dos estados, municípios, políticos das diversas áreas e membros do Judiciário.

O mestre Zuenir Ventura escreveu esta semana em sua coluna do jornal “O Globo”: “Há muitas incertezas em relação a 2019, mas o que talvez seja o único consenso é a reforma da Previdência. Especialistas à direita ou à esquerda dizem que, sem ela – ou com ela descaracterizada – não sairemos do lugar”.

No mais, é esperar para ver no que vai dar todo esse imbróglio.

Bloco Batucada em Miraí

 

O Bloco Batucada vai agitar o carnaval de Miraí nos dias 1º e 2 de março. A festa acontece no Campo do Esporte Clube Miraí. Na sexta, dia 1º, os foliões se divertem com JonJon o Baile, Marofagy, Batuque de 2 e DJ Rodrigo 2U. Já no sábado, a festa fica por conta do Grupo Boka Loka, Lance Legal e DJ Cleiton. Continue lendo

Bloco Vira Lata agita o carnaval no Parque de Exposições

Neste sábado, dia 23, a partir das 16h, os foliões da cidade e região se agitam no Bloco Vira Lata 2019. A festa acontece no Parque de Exposições Lael Varella e tem a organização da Four Disco. Haverá atrações para todos os gostos. Para os amantes do eletrônico, marca registrada da organizadora, shows com Capute & Moa, Diego Lacer e Caio Monteiro. Para os mais ecléticos, mega show com “Santa Farra” (Matheus Barão, Maicon Negrão, Elainisson, Victor Manga e Badiago), além dos DJS Marcelo Brazil e Bruno Bidu agitando a pista. Os ingressos podem ser adquiridos na Inove Pizzaria, Cais do Chopp ou no site fourdisco.com.br.

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