Três filmes estão em exibição no Cine Veredas

Cine Veredas O Cine Veredas exibe, até a próxima quarta-feira (26), três filmes, entre aventuras nacionais, ficção e ação: ‘Carrosel – o filme’, nas sessões das 16h e 17h50min, ‘Homem Formiga’, às 19h30min e ‘Pixels’, às 21h30min.

O preço da entrada inteira custa R$14,00 e a meia, R$7,00. Nas segundas e terças-feiras, todos pagam meia entrada. O Cine Veredas informa que só aceita 15 cortesias por sessão. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 8865-6528.

MURILLO JOSÉ DE CARVALHO OLIVEIRA

Nascido em 14 de fevereiro de 1912
Falecido em 27 de outubro de 1976

murillo josé de carvalhoMurillo José de Carvalho Oliveira nasceu em Guarará, Minas Gerais, no dia 14 de fevereiro de 1912. Era filho do jornalista Gilberto Goulart de Oliveira e da farmacêutica Maria José de Carvalho. Desde menino, Murillo morou em Juiz de Fora, onde estudou no Colégio Grambery.

Casou-se com Celina Machado de Oliveira com quem teve os seguintes filhos: Murilo Machado de Oliveira, Marília Machado de Oliveira. Marilene Machado de Oliveira, Mary de Oliveira Reis, Irinéa Machado de Oliveira Santos e Maria José Machado de Oliveira Costa. Foram morar em Barbacena e, quatro anos depois, mudaram-se para Muriaé.

Trabalhou como Diretor de Obras da Prefeitura Municipal por mais de trinta anos. Exerceu também os cargos de vistoriador da Caixa Econômica Federal, Professor da Escola Estadual Doutor Olavo Tostes e do Colégio José Eutrópio, antigo Centro Educacional Muriaé.

Foi o primeiro diretor e fundador da Rádio Sociedade Muriaé, ao lado de Agenor Henrique de Castro e Gilberto Pontes de Andrade. Era Prefeito na época (1944) Geraldo Starling Soares, cujo estímulo e apoio foi fundamental para o empreendimento.

Trabalhou também como organizador e mentor de várias edições da Exposição Agropecuária e Industrial de Muriaé.

Por seu desprendimento, inteligência, capacidade e bons serviços prestados a Muriaé, Murillo era muito admirado e querido por todos que com ele conviveram.

Faleceu no dia 27 de outubro de 1976, aos sessenta e quatro anos de idade. Como homenagem, temos, em Muriaé, uma rua que leva seu nome pela lei nº 279 de 1976.

 

Sociarte

Edição 449, de 14 de agosto de 2015

 

 

Parabéns, Marco Aurélio!

Parabéns, Marco Aurélio!

Marco Aurélio de Freitas Pinto completa mais um ano de vida nesta sexta-feira (14). O aniversariante recebe os parabéns da esposa, Gilsilene Maria Mendes (vice-prefeita de Miradouro) e do filho Marco Antônio pela chegada de seus 41 anos.

 

7 anos de Andrey

7 anos de Andrey

Os 7 anos de Andrey Filho foram muito comemorados. A festa aconteceu na sexta-feira (7), na casa do tio Maguinho. O aniversariante recebe os parabéns dos pais, Andrey e Júlia e da irmã Maria Júlia. (Revele Photo)

 

2 anos de Anna Alicy

2 anos de Anna Alicy

Anna Alicy Souza, primogênita do casal Thiago e Suelly, ganhou uma linda festa, no sábado (2), no Sítio Catavento, em comemoração aos seus 2 aninhos de vida. Parabéns, Anna Alicy, que você cresça com muita saúde! (Revele Photo)

 

Niver duplo

Niver duplo

O casal Leonardo Carrizo e Juliana preparou uma linda festa, no sábado (8), para comemorar os aniversários de suas filhas, Mariana, que completou seu 1º aninho de vida, e Ana Luisa, que fez 8 anos. O Salão da Neneca ficou cheio de familiares e amiguinhos, que foram comemorar com Mariana e Ana Luisa este momento tão especial. Parabéns duplo para vocês! (Foto Central)

 

80 anos de Mathilde

80 anos de Mathilde

A chegada dos 80 anos de Dona Mathilde Simão foi muito comemorada. A aniversariante recebeu familiares e amigos no sábado (8), na Fazenda Anastácia, para celebrar este momento tão especial em sua vida. Dona Mathilde recebe os parabéns das filhas, Sueny e Sueli, dos netos, bisnetos, irmãos, sobrinhos, genros e amigos. (Foto Central)

 

1 aninho de Gabriela

1 aninho de Gabriela

O 1º aninho de Gabriela Rezende Dias Faria, primogênita do casal Rony e Gilmara, foi comemorado com uma linda festa, que aconteceu no sábado (8). Parabéns, e que Gabriela cresça com muita saúde! (Revele Photo)

 

15 anos de Lívia

15 anos de Lívia

Lívia Peçanha Lopes Mota completou 15 anos, e em comemoração a esta data tão especial, a aniversariante ganhou uma linda festa no sábado (8), na AABB. Por lá, estiveram presentes familiares e amigos. Lívia recebe os parabéns dos pais, Luiz Carlos de Faria Mota e Sandra Mara Peçanha Lopes Mota e da irmã Letícia. Felicidades! (Foto Kennedy)

 

Casamento de Lucas e Mayra

Casamento de Lucas e Mayra

Lucas e Mayra trocaram alianças no dia 31 de julho, durante cerimônia realizada na Matriz São Paulo, Logo após, Lucas e Mayra e seus pais e avós, respectivamente José Sérgio Cardoso de Melo e Cláudia Braga Dutra de Melo, Maria de Fátima Vilella e Jurandir Celino Vilella e Almerinda da Conceição Vilella (avós maternos de Mayra), recepcionaram os convidados na Casa de Festas Fazenda Divisório. Felicidades ao casal! (Foto Kennedy)
Aniversário de João Marcos

Aniversário de João Marcos

João Marcos ganhou uma festa na última quinta-feira (6), no Torre Fest, em comemoração aos seus 7 anos. O aniversariante recebe os parabéns dos pais, Jairo Medina Leite e Ana Lúcia Levate e do irmão Jairo Augusto. Parabéns! (Foto Central)

Falando de banalidades

Confesso aos meus poucos, mas estimadíssimos leitores, que ando meio cansado de falar de política, não só pelo que ela tem representado para a sociedade brasileira, mas também pela falta de perspectiva de mudança de rumo, e assim, gostaria de escrever sobre uma banalidade qualquer, absolutamente desinteressante, e que não sendo séria, pudesse promover um processo de desintoxicação desta coluna, da cabeça do colunista e também do leitor.

Um dia desses, com o controle da televisão na mão, buscando alguma coisa de interessante naqueles intermináveis canais de TV por assinatura, estacionei no canal “Viva”, que retransmitia a “Escolinha do Professor Raimundo”, da TV Globo, estrelado pelo Chico Anísio, seguramente, um dos três melhores comediantes do Brasil. Falo daqueles que vi atuando, logicamente. Entre umas gargalhadas e outras, comecei a pensar em quantos daqueles grandes comediantes, além do Chico Anísio, já morreram. Revivi momentos de extraordinária competência humorística de Walter D´Ávila, Rogério Corrêa, Jorge Loredo, Brandão Filho, Grande Otelo, Costinha e muitos outros que eram conhecidos mais pelos personagens que faziam do que propriamente pelos seus nomes artísticos.

Concluí então, que a morte daria uma crônica banal, não a morte daqueles excepcionais artistas, mas, simplesmente a morte, da forma como ela é vista.

Sem a necessária inspiração para escrever sobre a “bendita” (bendita?), resolvi recorrer-me ao dicionário para ver o que teria o “pai dos burros” para me responder com um pouco mais de precisão. Claro, diversas definições lá estavam, mas uma me chamou a atenção; menos pela abrangência ou conteúdo e mais pela frieza da definição. Lá estava escrito: “Morte – cessação completa e definitiva das atividades características da matéria viva”.

Se analisarmos “friamente” essa definição, chegaríamos à conclusão de que a morte é uma ocorrência absolutamente natural, na medida em que se trata da cessação das atividades que caracterizam a matéria viva, sustentadas por uma energia qualquer. Uma vez cortada essa energia, extingue-se a vida. É o caso de uma planta, por exemplo, que deixa de receber água e morre.

Porém, quando se trata da morte de um ser humano, a coisa muda de figura. É que, embora, cientificamente, seja uma ocorrência natural, dentro do processo nascer, crescer e morrer, no nosso consciente (ou subconsciente), passa a ser um fato sobrenatural, para o qual jamais estaremos preparados.

Quando se fala em morte, a primeira sensação que se tem, e que vem no pensamento, é aquele quadro macabro, ou seja, um indivíduo que jamais poderá ser eu ou um parente meu, esticado dentro daquele “pijama” de madeira que se convencionou de chamar de caixão ou urna, com as mãos cruzadas sobre o peito, imóvel, todo florido, completamente inerte.

O mais incrível é que imaginar essa cena pode causar arrepios, ou mesmo, dependendo da hora e do estado psicológico, causar até medo. As pessoas não aceitam a morte como um fato natural, da forma tão simples como ela está descrita lá no dicionário. Existe por detrás dela um enigma a ser descoberto, mas que só se sabe se fizer o “teste de São Tomé”, ou seja, ver para crer, e este teste ninguém, por óbvio, se propõe a fazer.

Concluindo, e, sem chegar à conclusão alguma, não sei se atingi o objetivo de escrever sobre uma banalidade qualquer, mas entre confiar na morte e acreditar na vida, prefiro ficar com a última opção, até porque aquelas pessoas que se foram, jamais voltaram para dizer se onde estão é bom ou ruim.

Pelo sim, pelo não, na dúvida, e com a devida vênia do Criador, prefiro continuar aqui, ou seja, bem vivo.

Editorial

A nossa presidenta Dilma tem buscado os meios de comunicação para tentar dar um pouco mais de qualidade ao seu governo e para convencer o povo de que todos precisam confiar na recuperação política e econômica do país.

Carregando nos ombros a responsabilidade de fazer o Brasil retomar o caminho do crescimento, sem o qual é impossível fazer baixar as taxas de desemprego, por exemplo, ela adota um discurso de que todos precisam buscar uma “agenda positiva para o país”. É, sem dúvida, a questão da confiança. Se não houver confiabilidade no mercado, o investidor se retrai, e, em não havendo investimentos, toda a cadeia produtiva permanece paralisada, o que promove, por via de consequência, a estagnação da economia.

A presidenta tem hoje o pior índice de popularidade da História do país. Apesar do aumento dos juros utilizado pela atual equipe econômica, como a única “panaceia” para interromper o crescimento da inflação, esta continua em alta, podendo chegar muito breve aos dois dígitos, o que não acontece desde 1994, quando foi implantado o Plano Real.

Já não se fala mais em programas sociais como o “Bolsa Família”, “Minha Casa, Minha Vida”, “Luz Para Todos”, “Mais Médicos” e outros programas dos quais o governo se utilizava para promover a administração e aumentar a sua popularidade, principalmente junto às camadas mais carentes da sociedade.

Sem autoridade para administrar a crise em que o seu governo mergulhou o país, busca na retórica uma saída para reunificar a sua base aliada, já bastante desgastada e onde ninguém se entende e, por conta disto, o Congresso vem impondo seguidas derrotas ao governo nas votações que a presidenta entende com a “salvação da Pátria”.

Enquanto a presidenta não fizer a sua “mea culpa” admitindo os erros cometidos pelo seu governo, dificilmente ela conseguirá reconquistar a confiança para impor a tal agenda positiva, e certamente continuará a ouvir os “panelaços” que o povo tem feito para protestar contra os desmandos que continuam mergulhando o país em uma das suas maiores crises política e econômica de toda a sua História. O resto é esperar para ver no que vai dar.

Certamente, será o povo que irá pagar mais esta conta.

Poder e corrupção

Há uma afirmação antiga que diz: “Dê poder a uma pessoa e ela demonstrará a sua índole”. É claro que podemos encontrar algumas raríssimas exceções, mas, normalmente, o que acontece é justamente isso. Mas não haveria problema algum se a índole revelada fosse boa. O ruim é que a má índole, quando revestida de poder, se transforma em um dano cruel para uma comunidade.

Quando um desonesto chega ao poder, tanto político como econômico, é a população que sofre as conseqüências, e é o que temos assistido em nosso país nos últimos anos: um verdadeiro assalto aos recursos públicos. A corrupção no Brasil não encontra limites e, como um vírus deletério, alastra-se nas esferas federal, estadual e municipal, de todas as formas e artifícios possíveis.

Historicamente, a corrupção sempre esteve presente em nosso país, mas atualmente os corruptos perderam de vez a vergonha e, conscientes da impunidade costumeira, perderam até os “cuidados” de antes e, descuidados em suas maracutaias, tornam-se presas fáceis de homens de fibra e de caráter como o juiz Moro, uma reserva moral raríssima hoje em dia em nossas instituições. Competente e corajoso, o Dr. Moro vai tentando passar a limpo a nossa história, mostrando à sociedade brasileira que o Brasil tem jeito. Basta um mutirão nacional de civismo e vergonha.

A sociedade tem em suas mãos a arma mais poderosa inventada pela democracia, que é o voto. Uma arma eficaz, se bem utilizada, mas que pode ser “um tiro no pé” se for manipulada, como tem sido, pelos políticos que chegam ao poder e se locupletam com os recursos públicos que poderiam e deveriam ser destinados em benefício da população.

O voto é uma arma poderosíssima, mas é como uma escopeta de um tiro só. Você só tem um para cada candidato. Sua mira não é como a de uma arma comum, para matar, mas deve ser criticamente salvadora. Por isso, sua trajetória não deve ser desviada pelos artifícios da demagogia, mas certeiramente dirigida pela certeza das boas intenções.

O exercício democrático deve ter seu início nas bases. O município é o lugar em que nascemos, vivemos e construímos nossas esperanças. É daqui que calibramos a nossa mira para o tiro certeiro do voto. Com esse poderoso tiro podemos colocar no poder pessoas moralmente íntegras ou… aqueles que vão se enriquecer cada vez mais com os recursos públicos.

No próximo ano teremos eleições. Um exercício democrático de “tiro ao alvo”, e está em nossas mãos lavarmos a honra desse nosso imenso e querido Brasil. Novas e velhíssimas raposas estarão à espreita, como lobos famintos, tentando galgar os corredores do poder, mas só entrarão com a “chave mestra” do nosso voto. Usarão de todos os recursos para chegarem ao poder. Farão promessas incontáveis, proclamarão qualidades e competências que nunca tiveram e, uma vez instalados no poder, serão os de sempre, desonestos e vorazes. Não mudam, pois sua desonestidade é atávica. São como na fábula do escorpião e do sapo, não conseguem contrariar a sua natureza.

Já passou da hora de todos nós, em um mutirão de civismo, darmos ao nosso Brasil o destino honrado que ele merece. Vamos iniciar desde já o nosso treinamento de “tiro ao alvo democrático”, e quando os corruptos apontarem aquelas velhas caras manjadas contando as suas velhas lorotas… fogo neles!

MOACYR FENELON

Nascido em 05 de novembro de 1903
Falecido em 14 de agosto de 1953

Moaçyr FenelonNascido em 05 de novembro de 1903 no então distrito de Patrocínio do Muriaé (na época, pertencente ao município de Muriaé), Moacyr Fenelon, filho do Doutor Álvaro Fenelon de Miranda Henrique e de Dona Ida Mavet – ele, engenheiro e professor-fundador do Instituto Philomático Mineiro, que funcionava onde está hoje o Colégio Santa Marcelina. Seus pais certamente não imaginavam a importância do pioneirismo e do legado que, mais tarde, ele deixaria ao cinema brasileiro. Moacyr Fenelon ainda criança mudou-se para o Rio de Janeiro onde se formou em Contabilidade, mas, como sua vontade não era propriamente ficar ordenando números e aferindo despesa e receita, acabou viajando aos Estados Unidos onde recebeu o diploma de Técnico em Som, pelo Radio Institute of USA. Começava, assim, com conhecimentos técnicos, uma brilhante carreira de cineasta.

Ao regressar ao Brasil, Fenelon deu um importante passo na história do cinema nacional: com o sonho de transformar em indústria o cinema brasileiro, criou sucessivamente quatro produtoras de cinema: “Atlântida Cinematográfica”, “Cine Produções Fenelon”, “Flama Filmes” e “Sono Filmes”. Com os conhecimentos que adquiriu, passou a adaptar as antigas câmeras do cinema mudo para filmar com o som sincronizado. Ao criar a Atlântida, desejava fazer um cinema de conteúdo, de “pés no chão”, como ele mesmo dizia. Na época, todo o cinema brasileiro era puramente de entretenimento.

Dirigiu quinze filmes: O Simpático Jeremías (1940), É Proibido Sonhar (1943), Gente Honesta (1944), Vidas Solitárias (1945), Fantasma Por Acaso (1946), Sob a Luz do Meu Bairro (1946), Asas Do Brasil (1947), Esta É Fina (1948), Poeira de Estrelas (1948), Obrigado, Doutor (1948), O Homem Que Passa (1949), Dominó Negro (1949), Todos Por Um (1950), Milagre De Amor (1951), Tudo Azul (1952). Contribuiu também, de muitas maneiras, e nos mais diversos setores, para um número considerável de filmes de outros diretores como produtor, roteirista, ator, técnico de som, editor, iluminador, produtor de arte, cinegrafista e assistente de direção. Seus filmes revelam uma preocupação social e um realismo raros na época. “Tudo Azul” é considerado seu melhor filme e foi recentemente restaurado.

Passaram-se alguns anos até que soube que teria de enfrentar uma cirurgia no coração. Sabia que tinha uma probabilidade em cem de se recuperar. Mas, jogando nessa probabilidade única, levou para o hospital vários projetos de filmes, que esperava estudar durante a convalescença. Perdendo a jogada, Fenelon encerrou, pouco antes de completar cinquenta anos, sua luta apaixonada de quase um quarto de século pelo cinema brasileiro.

Ao morrer, no Rio de Janeiro, a 14 de agosto de 1953, era Presidente do Sindicato Nacional da Indústria Cinematográfica, o órgão dos produtores. Mas, muito antes fora o primeiro a falar e agir em benefício da sindicalização dos trabalhadores do cinema brasileiro. Morreu coincidentemente no ano que o então distrito de Patrocínio do Muriaé passou à categoria de cidade.

Moacyr Fenelon, criador da indústria do cinema brasileiro, criador da Atlântida Cinematográfica, descobridor de talentos, como Grande Otelo, é um dos principais nomes da história do cinema nacional.

Seu nome foi dado a uma rua na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro e à Escola Municipal de Artes Visuais em Muriaé.

Cine Veredas exibe animações e ação nesta semana

quarteto fantástico
Quarteto Fantástico

O Cine Veredas exibe, durante os dias 13 e 19, quatro filmes, entre animações e ação. Na sessão das 16h, o cinema exibe ‘Minions’ (o preço é promocional – R$7,00). Nas sessões das 17h50min e 19h40min, serão exibidos, respectivamente, ‘Carrossel’ e ‘Pixels’. Já às 21h30min, o cinema muriaeense exibe a ação ‘Quarteto Fantástico’, que também está com preço promocional. Todos os filmes são dublados.

Vale lembrar que o Cine Veredas aderiu à tecnologia digital. O preço da entrada inteira custa R$14,00 e a meia, R$7,00. Nas segundas e terças-feiras, todos pagam meia entrada. O Cine Veredas informa que só aceita 15 cortesias por sessão. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 8865-6528.

SINOPSE DE ‘QUARTETO FANTÁSTICO’ – Quatro adolescentes são conhecidos pela inteligência e pelas dificuldades de inserção social. Juntos, são enviados a uma missão perigosa em uma dimensão alternativa. Quando os planos falham, eles retornam a Terra com sérias alterações corporais. Munidos desses poderes especiais, eles se tornam o Senhor Fantástico (Miles Teller), a Mulher Invisível (Kate Mara), o Tocha Humana (Michael B. Jordan) e o Coisa (Jamie Bell). O grupo se une para proteger a humanidade do ataque do Doutor Destino (Toby Kebbell).

 

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