Editorial 30/08/2019

Até que enfim, parece que a primeira das reformas estruturantes para que o país reencontre o seu caminho está perto de chegar a um bom termo. A reforma da Previdência, que se propõe a economizar cerca de R$ 1 trilhão em dez anos, será votada no inicio do mês de setembro pelo Senado Federal. Sendo aprovada, irá à sanção do presidente Bolsonaro. Toda aquela baderna provocada pelos militantes de partidos da esquerda não deu em nada. São os eternos opositores cuja única causa é ficar à margem da discussão séria esperando que tudo dê errado para destilar o seu veneno. Ainda bem que a maior parte da sociedade sentiu a necessidade de apoiar o Congresso. Certamente, ainda que novos destaques sejam apresentados e discutidos pelos senadores, a reforma passará.

Entretanto, há de se considerar que a reforma da Previdência não é a única panacéia capaz de resolver todos os males do país. Será preciso uma maior consciência na harmonização dos Três Poderes para elevar o grau de confiança no país. Sem um grau mínimo de confiança, os investidores do mercado nacional e internacional não investem. Antes de tudo será preciso uma grande pacificação do país elevando-se os graus de confiança, de segurança jurídica e principalmente da política de governo.

O próximo passo será um esforço concentrado na reforma tributária. Por certo, será mais uma batalha a ser vencida. Uma das polêmicas já posta em discussão é a possibilidade da recriação de um imposto sobre operações financeiras, nos moldes da extinta CPMF. A questão fundamental é que qualquer aumento de imposto não terá apoio da população. Mas a discussão está só começando. Daqui para frente, é só conferir para ver no que vai dar.

Rio 40 graus

“Rio quarenta graus/Cidade maravilhosa/Purgatório da beleza e do caos…” (Fernanda Abreu – cantora e compositora)

A cidade é maravilhosa. Está no seu Hino e no seu visual. Tem o Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo recebendo os turistas de braços abertos. Tem um charme incomparável, quando vista de cima; tudo provado pelos seus cartões postais espalhados pelo mundo inteiro. O futebol e o carnaval são eventos que ultrapassam as nossas fronteiras e corre o mundo inteiro. E o estado, que além dos atrativos turísticos das belas praias da região dos lagos, é também, rico por natureza, por causa do petróleo que produz.

Então por que tantos conflitos? Tudo que a natureza construiu a favor do Rio de Janeiro, vem sendo devastado pelos homens. Homens, não. Ratos de colarinho branco, que fizeram de tudo para jogar o estado e a sua linda capital, uma das cidades mais atraentes do mundo, bem no fundo do poço. A cidade dos “encantos mil” está sob pressão e protagoniza as mais infelizes histórias de violência produzidas pelas suas inúmeras favelas sem lei, onde o poder do narcotráfico e da bandidagem miliciana vem, literalmente, expulsando o Estado dos seus domínios. É uma aterrorizante inversão de comando. Ao invés do Estado, quem comanda são os bandidos de todas as classes sociais.

O estado do Rio de janeiro, apesar da sua riqueza com o petróleo, apesar da sua beleza que encanta os turistas, foi um dos primeiros da Federação a decretar estado de calamidade financeira. E só não ficou em situação pior, porque conseguiu alguns recursos da União para equilibrar um pouco as suas contas. Por que essa situação? A resposta está nos presídios do estado. Dois dos seus ex-governadores estão presos, acusados de integrarem uma organização criminosa de corruptos ativos e passivos. Sérgio Cabral, ex-governador por dois mandatos, acusado de desviar mais de R$ 500 milhões do estado, já acumula condenações na Justiça Federal de quase 200 anos de prisão. Trancafiado também, o seu vice Pezão espera a conclusão de vários processos. Certamente será condenado. Anthony Garotinho, famoso pelas suas “birras” na cadeia, e a sua esposa, Rosinha Garotinho, também ex-governadores, já estiveram presos. É um triste recorde. A eles se juntam, ainda, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha – um dos artífices do impeachment da ex-presidente Dilma – que também começou sua vida política carimbado pela prática de corrupção no estado e mais uma corja de assessores marginais. Em termos de corrupção, o estado do Rio de Janeiro tem batido recordes. Para somar, a violência impera. Os tiroteios, assassinatos e as balas perdidas atingindo inocentes é uma constante nos noticiários.

Como comecei mencionando a música cantada por Fernanda Abreu, vai aí mais uma pedacinho dela: “O Rio é uma cidade/ De cidades misturadas. O Rio é uma cidade/ De cidades camufladas, com governos misturados, paralelos, sorrateiros/Ocultando comandos…”

É o Rio 40 graus. Se o seu povo não acordar, certamente, a dança continuará.30

A antiga cobiça pela Amazônia

Há muitos anos as nações do chamado Primeiro Mundo cultivam a sua cobiça pela Amazônia, ou melhor, pelas riquezas minerais e vegetais que ela possui. Disfarçando a cobiça com uma pretensa preocupação com o meio ambiente, essas nações, tanto da parte norte da América como da Europa fazem campanhas ambientalistas e subsidiam e instrumentalizam as notórias ONGS como ferramentas para desacreditarem os países da América Latina que têm em seu território as regiões amazônicas. Aproveitando a estreiteza de conhecimento e o ideologismo de certos grupos no Brasil, acusam o nosso país de desmatamento, queimadas, desrespeito aos índios e tantos outros males.

Ninguém se lembra de consultar a história para saber o que os norte-americanos fizeram com os seus índios e com suas florestas. O que os europeus fizeram com as suas matas e com as riquezas e os povos de todo o mundo fora do continente europeu, os mesmos europeus que inventaram os Gulags comunistas, com campos de concentração na Sibéria para calar as oposições. Os mesmos europeus que inventaram o Nazismo alemão e o Fascismo italiano. Os mesmos europeus que construíram os mais belos e luxuosos palácios à custa do suor e do sangue dos povos colonizados e explorados de suas colônias. Havia um dito popular comum na Europa, engraçadinho para eles e trágico para nós, que dizia: “Farm here, forest there”, ou seja: “Fazendas aqui, florestas…lá”.  Quando se anda pelo interior da França o que mais se vê (além é claro dos luxuosos castelos), são as terras cultivadas com extensas plantações de cereais, frutas e legumes;  as plantações de uvas para o fabrico dos seus maravilhosos vinhos ou, ao norte do país, a criação das famosas vacas normandas para o fabrico dos famosos e saborosos queijos franceses. Florestas…? Se tem devem estar muito bem escondidas.

Mas aí vem o Emmanuel Macron, o banqueiro francês formado na escola política do socialista François Hollande, falando em sanções contra o Brasil por incêndio ou desmatamento da floresta amazônica, que ele chama, indevidamente, de pulmão do mundo. Em primeiro lugar, o pulmão do mundo ou melhor, a fonte essencial de oxigênio do planeta são os oceanos com os seus plânctons. O oxigênio produzido pela floresta amazônica durante o dia ela mesma o descompensa com o gás carbônico que produz durante a noite.

Que moral tem o Macron para acusar e ameaçar o Brasil se a França, há menos de duas décadas realizou 193 testes nucleares na Polinésia, de 1966 a 1996, inclusive com Bomba de Hidrogênio? Hoje a Polinésia, que é um conjunto de ilhas no Pacífico sul, possui dezenas de toneladas de materiais radioativos depositados no Oceano Pacífico a mil metros de profundidade e a França é acusada pelas autoridades daquelas ilhas por “crime contra a humanidade”.

O interesse dos países ricos jamais seria resguardar o meio ambiente mas pura e simplesmente resguardar as riquezas minerais amazônicas para repartirem entre eles, como sempre fizeram através da história. E o interesse dos maus brasileiros que apoiam as declarações desses países e de pessoas como Macron é sem dúvida alguma um interesse político, um meio de tentar prejudicar o governo brasileiro, seguindo a sua notória filosofia de que quanto pior melhor. Basta que se atente pelo fato de que o Lula, quando no governo, rebateu da mesma forma essas acusações das nações ricas e sua tentativa de se intrometer em nossos assuntos e jamais foi criticado pelos esquerdistas.

Nos EUA existiam mapas geográficos que mostravam a região de toda a Amazônia, não como parte do território dos países latino-americanos que a compõem, mas como “área internacional”.

Se os países ricos da Europa e da América se preocupassem mesmo com o meio ambiente não jogariam tanta sujeira na atmosfera como fazem através das suas indústrias.

Queiram ou não as nações economicamente poderosas ou os “ideologizados do contra”, a Amazônia, pelo menos a parte que se encontra dentro do nosso território, é nossa. Pertence ao Brasil, este imenso e invejável território de cerca de oito milhões e quinhentos mil quilômetros quadrados. A nossa Amazônia será explorada sim, com todo o critério de sustentabilidade, mas pelo nosso povo e não pelos costumeiros aproveitadores das riquezas alheias.

 

Diversão & Cultura

Noite de Massas – APAE e Jornal A Notícia

Que tal juntar solidariedade e diversão? O Jornal A Notícia completa 13 anos e vai comemorar de um jeito diferente! O Colina Country Club recebe, no dia 27 de setembro, uma Noite de Massas super agradável, com música boa – bandas Faz de Conta, Zem e Ouro de Minas e DJ Luiz Cláudio – e gente bacana, com muita vontade de ajudar ao próximo! Com parceiros tops, a noite será incrível!

Com a sua participação, será possível arrecadar recursos para APAE de Muriaé e ajudar centenas de crianças e adultos que recebem atendimento especializado diário. Você não vai perder! Adquira já a sua mesa!

 

Pinga, Cerveja e Modão

A melhor boate da cidade e região recebe, na noite de sábado (24), o cantor Matheus Barão para o show “Pinga, Cerveja e Modão”. Muita gente bonita em um evento que promete marcar o calendário da Four Disco. Reserve sua mesa: (32) 9 9986-2250.

 

Insanos Fest

O Insanos Moto Clube realiza uma grande festa no próximo sábado, dia 24, em prol dos animais de rua. O evento, promovido em parceria com a ONG Amicão e o PSM, acontece no Parque de Exposições, a partir das 17h, e tem a entrada a R$ 5,00 ou 1kg de ração para cães ou gatos. Cinco bandas já estão confirmadas!

 

Sunset Festival

A festa mais famosa da região volta no dia 24 de agosto, em Leopoldina! Serão novos palcos, uma Sunsetville ainda mais incrível, a Magicville mais surpreendente do que nunca, e o Tropicália ainda mais lindo! Toda logística e estrutura de entrada e banheiros está sendo reformulada! Todo o time da Sunset está empenhado em recriar tudo que já era bom, ou seja, se preparem para a melhor celebração do nosso mundo! VEJA TODAS AS ATRAÇÕES CONFIRMADAS, ATÉ O MOMENTO, AQUI: www.sunset.art.br/lineup

O instrumento da razão

É muito difícil mesmo a isenção, neste mundo de bombardeio ideológico em que todas as ações humanas acabam sendo fruto de influências alheias. Não é à toa que uma das profissões em moda na atualidade é a de “influenciador digital”, que faz você comprar até mesmo o que não precisa ou pelo menos não seria oportuno comprar naquele momento. Parece que um bloqueio impede, na maioria das pessoas, a capacidade de proceder a uma análise crítica e agir por vontade própria.

Quando alguém abre mão do instrumento da razão para criticar o mundo que o cerca ele dá o primeiro passo para a alienação. Alienar-se é justamente transferir para outro o poder de “pensar por você”. A história tem demonstrado através do tempo o direcionamento de grandes rebanhos humanos por grupos ideológicos das mais diversas tendências e sujeitas às mais diversas motivações.

As religiões foram, desde a origem das civilizações, um poderosíssimo processo de poder que, instrumentalizando o medo e a esperança, exerceram o domínio de civilizações inteiras. Em um passado remoto a civilização egípcia com os “Faraós-deuses” que detinham o poder de vida e de morte sobre a população. Nas eras medievais e Moderna, o violento poder das Inquisições que lançavam à fogueira as mentes contestadoras, em nome de um Deus que, na realidade, jamais representaram. Nos tempos atuais, alguns radicalismos religiosos ainda motivam e instrumentalizam “homens bombas” semeando o medo e a insegurança nos grandes centros urbanos.

Mas as coisas mudaram e não se usa mais a violência para a dominação. E nem precisa. Usa-se a sutileza das comunicações, os “papos” em salas de aula, a “falação” em botecos ou programas de entrevistas de “intelectuais de almanaque” e a profusão de linhas religiosas das mais diversas tendências vendendo esperanças a deserdados da sorte.

Do mesmo modo devemos nos preocupar com os candidatos a cargos eletivos nas épocas eleitorais. Junto a alguns bons, sempre temos aquela tralha que pouco se preocupa com o interesse público. Muitos deles com processos em curso na justiça mas que, ainda não condenados, gozam do direito à candidatura, justamente com a esperança de renovarem as suas imunidades. O período de eleições é uma boa época para analisarmos com maior rigor os candidatos e os interesses de seus apoiadores e analisar com maior rigor a isenção das chamadas pesquisas de intenção de votos. Como grande parte do eleitorado gosta de votar em candidato que vai ganhar, para ostentar o orgulho de dizer que “não perde voto”, as tais pesquisas, quando colocam à frente um determinado candidato acabam contribuindo decisivamente para a sua vitória, artificializando o processo. O Brasil, queiram ou não alguns, está sendo passado a limpo. Uma limpeza difícil, não resta dúvida, mas é uma assepsia moral necessária se quisermos fazer do nosso país uma nação de verdade. Quem sabe um dia as chamadas pesquisas de intenções de voto terão sua prática revista, justamente como meio de aperfeiçoamento do sistema democrático.

Infelizmente nem todos fazem uso da análise crítica como instrumento de defesa contra os maus políticos e contra as ideologias perniciosas que insistem em exercer o domínio sobre as pessoas, transformando-as em “massa de manobra”.

Um pensador húngaro disse certa vez, e com muita propriedade, que a “apragmozyne filosófica é a morte da razão especulativa” ou seja: a despreocupação com uma análise crítica acaba matando a nossa capacidade de especular racionalmente. Aí sim, seremos presas fáceis daqueles que se pretendem condutores de rebanhos. O homem, por sua própria natureza e destinação histórica, não tem e nem deveria ter vocação para ovelha.    23

Editorial 23/08/2019

Se qualquer leitor resolver buscar no dicionário o significado da palavra corporativismo, vai encontrar a seguinte definição: “sistema político e econômico baseado na arregimentação das classes produtoras organizadas em corporações, sob a fiscalização do Estado”.

Assim definido, não dá margem à dúvida de que seja o corporativismo uma forma legal de arregimentar forças no sentido de se chegar a um objetivo comum, mas que sejam suas ações carreadas para o bem da coletividade. Como no Brasil a crise moral faz com que se invertam os principais valores humanos aprendidos por todos na escola, na família, na religião, valores esses capazes de alavancar a sociedade rumo a um estágio nobre, igualitário e justo, os atos daqueles que representam as principais instituições dos poderes constituídos no país, conseguiram também, da mesma forma, subverter o verdadeiro sentido da palavra corporativismo.

Falar de corporativismo hoje significa a arregimentação de forças para encobrir trapaças de políticos corruptos. Significa, por exemplo, a união de forças de um ou mais partidos para se evitar uma CPI destinada à investigação de flagrantes irregularidades em Instituições públicas, por onde se esvaem ou é surrupiado o dinheiro pago pelo contribuinte, ou ainda para impedir a convocação de um político para dar explicações de seus “malfeitos.

Portanto o corporativismo descrito nos dicionários, nada tem a ver com o que se pratica hoje na política brasileira. Corporativismo para o povo passou a ser um verdadeiro palavrão.

A produção e as questões ambientais

O Brasil é um país de dimensões continentais e, isto, tem muito a ver com os problemas enfrentados na sua governança. Sem falar nos assaltos aos cofres públicos, que nos últimos anos se materializaram através dos governos e políticos corruptos, as outras demandas da sociedade brasileira são, por via de consequência, diretamente proporcionais a extensão territorial do país. Basta citar o desleixo com a segurança pública, com a saúde, com a moradia, com a educação, com a política e também com as questões ambientais.

O país tem passado por turbulências as mais diversas. Todas as vezes que o Executivo e o Legislativo não dão o respaldo necessário nas questões polêmicas, sobra sempre para o Poder Judiciário – apesar da burocracia e de alguns percalços – a tarefa de proporcionar a chamada segurança jurídica, para que a população não se torne órfã de conhecimentos e tenha um norte na sua conduta.

Portanto, em que pese algum ou outro desvio de conduta, até porque em nenhum dos três Poderes, nos últimos anos, tiveram integrantes santificados, ainda assim sobrou algum grau de confiança no Poder Judiciário. Como citei várias situações que são problemáticas, vou me ater apenas na questão ambiental, que teve em março do ano passado um julgamento que há muito tempo vinha causando polêmica nos outros dois poderes: a validade da legislação que rege o Código Florestal. Se para uns o Programa de Regularização Ambiental foi considerado uma anistia a infrações cometidas antes de 22 de julho de 2008 por produtores rurais, de lado outro, o programa prevê a adequação de Áreas de Proteção Permanente (APPs) e de Reserva Legal (RL) de propriedades rurais, por meio de recuperação ou compensação, firmando termo de compromisso. Da forma como ficou definida, a legislação atende às pretensões de pequenos e médios agricultores e pecuaristas, bem como à agricultura familiar, embora continue batendo de frente com as idéias defendidas por ambientalistas.

O STF, ao julgar o caso, declarando a constitucionalidade da Lei, “passou a régua”, vamos dizer assim, nas especulações que afligiam os pequenos produtores, dando-lhes uma relativa segurança jurídica e condições de sobrevivência no campo.

Se de um lado, grande parte da população tem as suas razões para pensar no mundo do futuro, com mais verde, com ar mais puro, sem os incômodos do efeito estufa, fatos que, diga-se de passagem, não podem ser debitados somente às atividades dos operadores da terra, essa parcela da população jamais poderá se esquecer de uma realidade do Brasil do presente: o que fazer com os milhões de brasileiros que há várias décadas trabalham no campo em áreas consideradas de preservação, tiram dali o seu sustento, geram emprego e renda e ajudam a colocar a comida na mesa de todos nós?  Afinal de contas, o arroz, o feijão, a batata, o tomate, a carne e o leite não nascem nas prateleiras dos supermercados. É esta a grande realidade. O que não se pode admitir são os desmatamentos criminosos de terras invadidas pelos chamados “grilheiros”, com o único fito de comercializar as madeiras derrubadas ilegalmente.

A polêmica tem sido alimentada de forma até grosseira pelo presidente Jair Bolsonaro, por causa das questões das reservas indígenas, locais onde o atual presidente defende a exploração das riquezas minerais, que são abundantes. Há de se encontrar um ponto de equilíbrio para o caso em questão que seja capaz de coibir com rigor os abusos criminosos, mas que permita aos operadores da terra seguirem o seu caminho produtivo.

Sociarte 23/08/2019

Parabéns, Gisela!

A gatinha Gisela do Prado Belo, filha do casal Gislene e Otaviano, comemorou seu 1º aninho na AABB, no dia 17 de agosto, também ao lado do irmão Otávio. A linda festa contou com o buffet Raqueline Mansur e decoração Baladinha Kids, com o tema “Princesa”. Que Deus abençoe sempre a vida de Gisela!

 

Academia Cláudio Tadeu comemora aniversário

No último dia 3 de agosto, a academia Cláudio Tadeu fez uma festa para comemorar os 28 anos de atividade na cidade, com a presença da banda Couro e Corda, que é parceira da academia. Os alunos e funcionários festejaram com comes e bebes e muita animação. Parabéns!

 

Parabéns, Graziela!

Quem comemorou idade nova no dia 17 de agosto foi nossa amiga Dra. Graziela Machado Porcaro e Almeida, advogada e atual vice-presidente da 36ª subseção da OAB em Muriaé. Ela festejou o aniversário com uma Missa em Ação de Graças e um jantar no restaurante Casa da Vila, ao lado do marido Alexandre e das filhas Maria Eduarda e Mariana. Parabéns!

 

Noivado de Paulo Filho e Luiza

O casal Paulo Roberto Filho e Luiza Costa trocou alianças de noivado no domingo (18), durante as comemorações pelo aniversário da moça. A ela e a ele, produtor artístico da Rádio Muriaé e Rádio 96FM, desejamos muitas felicidades e um casamento cheio de alegrias! Parabéns!

 

Parabéns, Flávia!

A última quarta-feira (21) foi dia de muita festa para a empresária Flávia Levate, que comemorou seu aniversário ao lado do marido Ricardo Bersan e da sua linda filha, a blogueirinha Bia. Que a data possa se repetir por muitos e muitos anos, sempre com muitas bênçãos de Deus.

 

Aniversário de Davi

Nesta sexta-feira (23), quem comemora idade nova é Davi Paiva Janunzi Schuwenk, filho do casal Mislene Paiva e Sandro Janunzi, parceiro da imprensa no site Guia Muriaé. A comemoração de seus 3 anos acontece no Colina, com o tema “Patrulha Canina”. Que Deus abençoe ricamente a vida do pequeno e de toda sua família! Parabéns!

 

Viagem cheia de amor

Nosso casal de amigos, José Carlos e Ivonete, pais da querida jornalista Ana Paula Marum Cruz, está curtindo um belíssimo passeio. Após passarem por Capitólio, o “Mar de Minas”, eles seguiram para Goiás, onde visitam Caldas Novas. Destinos espetaculares para um casal espetacular!