CORRIGINDO  ERROS HISTÓRICOS

Por ocuparem a maior parte dos cargos nas Universidades Públicas e na direção burocrática do país durante cerca de duas décadas, a esquerda “aparelhou” o nosso país para a transmissão maciça da sua ideologia, destruindo os conceitos básicos da cidadania e criando uma “nova história nacional’, tão falsa como os pressupostos ideológicos que procuram transmitir.

As esquerdas usam as liberdades das Democracias Liberais justamente para tentar destruir essas democracias e implantar em seu lugar uma ditadura. Imagine como seria se um professor universitário em Cuba pregasse contra a ditadura cubana. Quanto tempo ele teria entre a sua fala e o “paredón” de fuzilamento ?

Seguindo ícones sócio-comunistas como Marx, Gramsci, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel, a esquerda usa a educação (principalmente as Universidades) para destruir os conceitos nacionais e substituí-los por valores ideológicos da sua linha, com o objetivo final da implantação de uma ditadura chamada do proletariado, quando na verdade se refere à ditadura de uma casta de dirigentes, como ocorreu na URSS, na China, na Coreia do Norte, em Cuba e na Venezuela, onde o povo se contentava com os racionamentos e gêneros de péssima qualidade, enquanto os dirigentes se locupletavam com o dinheiro público. Os dirigentes soviéticos, por exemplo, tinham casas de campo no mar negro e usavam sapatos de cromo alemão, enquanto o povo compartilhava apartamentos de terceira categoria e usavam botinas de atanado.

A esquerda brasileira, chamada “festiva” ou do “caviar”, como a do Wagner Moura, do Chico Buarque ou da “República do Dendê”,  procuram dar a Carlos Marighela e Carlos Lamarca status de heróis, quando, na realidade, foram terroristas que, assassinando e assaltando bancos e quarteis, queriam implantar no Brasil uma Ditadura nos moldes de Cuba, jamais pensando em Democracia. Aliás, usam sim a liberdade das Democracias, como dissemos acima, para praticarem os atos terroristas.

Segundo dados da Internet, Wagner Moura obteve cerca de 10 milhões da Lei Rouanet para fazer um filme que falseia a história e tenta transformar um terrorista que nunca trabalhou, em herói. Inclusive levando para interpretar Marighela, que era um mulato claro, um ator negro, o “seu Jorge”, tentando incrementar o fator “racismo” em seu pífio filme.

Outro engano foi a tentativa de transformar o também terrorista Carlos Lamarca, em herói. Ainda segundo dados da Internet, Lamarca foi um capitão que desertou em 1969 do Exército brasileiro, roubando em sua saída dezenas de fuzis, metralhadoras e munições. Praticou com seus comparsas assaltos a Bancos em São Paulo, onde assassinaram o guarda Orlando Pinto Saraiva. Em 1970 promoveu o sequestro do Embaixador Suíço Von Holleben. Entre seus muitos crime, Lamarca assassinou com golpes de coronhadas de fuzil o Tenente PM Alberto Mendes Júnior. Lamarca foi morto em 17/09/1971, mas 36 anos após a sua morte, o então Ministro da Justiça, Tarso Genro, do PT, conseguiu a “promoção” do falecido Lamarca a Coronel, para benefício da viúva, com soldos equivalentes a de General de Brigada e mais uma indenização de 300 mil reais. Mas não é só, em 2007 foi concedido à viúva uma “reparação” econômica no valor de R$ 902.715, 97. Quanto às famílias dos assassinados por ele e tantos outros terroristas, nada…

Dilma Rousseff, que usava diversos codinomes, mais José Dirceu, José Genoíno e tantos outros que atuaram no terrorismo, não só permaneceram impunes como chegaram a galgar cargos eletivos, contribuindo decisivamente para a formação de uma ativa base de esquerda nas Universidades Públicas e na composição burocrática do país.

Felizmente a população acordou, mas ainda falta muito para extirpar da Educação brasileira, principalmente a universitária, aqueles que insistem em ideologizar a educação, alienando grande massa de estudantes.

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