Editorial

Começou nesta semana a campanha dos candidatos às eleições gerais no país a serem realizadas no próximo dia 7 de outubro.

O exercício da cidadania, começa com a participação de todos neste processo, cujo voto, mais do que um direito, é um dever do cidadão. Não por ser um ato obrigatório, da forma que ainda se exige no Brasil, mas por ser um dever de consciência, um dever cívico.

É imprescindível que se cumpra este dever, na forma prescrita na Carta Mágna, que diz: “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos”.  Somente desta forma, terá o cidadão o direito moral de cobrar daquele que for o escolhido, o compromisso de atender bem a sociedade, e para que durante o seu mandato, faça de suas promessas de campanha, o seu verdadeiro objetivo de trabalho.

A participação na condução dos destinos da sociedade, no cumprimento do dever como cidadão, não pode ficar restrita somente à atividade política profissional, ou apenas no exercício do direito do voto pelo eleitor. É de fundamental importância que não sejamos simplesmente um  sujeito passivo nas decisões governamentais, mas um sujeito ativo que influi positivamente no processo de decisão, colaborando com a implementação do bem comum.

É por tudo isto que se configura como de grande importância as eleições para o país.

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