Editorial 19/04/2019

Todos sabem que o desenvolvimento socioeconômico de qualquer país depende de um conjunto de fatores estruturais, que somados, levam o povo em geral ao crescimento, reduzindo bastante as dificuldades da convivência humana.

É de conhecimento público que a violência, o uso de drogas e a criminalidade que andam apavorando a sociedade, estão intimamente ligados a questões de insuficiências estruturais. E a maior parte destas insuficiências é debitada à questão educacional, ainda muito precária no nosso país.

As verbas para as deficiências estruturais existentes na saúde e na educação, por exemplo, mas invariavelmente, são mal administradas, ou, como sempre, são desviadas de forma criminosa por aqueles que as manuseiam.

Infelizmente o problema é crônico. São milhões de reais destinados para custear a educação que é o carro-chefe do desenvolvimento do país, mas encontra-se sempre pela frente a barreira da corrupção, a malversação do dinheiro público e os ralos por onde escoam a maior parte dos recursos.

Na semana passada, o presidente Bolsonaro trocou o ministro da Educação por causa da paralisia na pasta nos três primeiros meses do seu governo. Torçamos para que o novo ministro tenha competência para administrar bem o seu orçamento e que possa colocar nos trilhos a questão da educação no Brasil. É o que se espera.

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