Editorial 26/04/2019

Todos sabem das condições precárias da saúde pública no Brasil. Trata-se de uma demanda, que há anos, vem se agravando cada vez mais.

Se nos hospitais públicos localizados nas cidades do Sul e do Sudeste, onde há maior concentração populacional, as filas de pacientes esperando por todos os tipos de atendimento são intermináveis, não se pode perder de vista também, as longínquas regiões do Norte e Nordeste, onde o problema é maior e se agrava por diversas razões. Primeiro, porque a distância entre uma cidade e outra sem meios de transporte adequado não permite o acesso de pacientes, nem mesmo para os atendimentos básicos. Segundo, porque faltam estruturas aos postos de saúde e até mesmo, dentro dos hospitais existentes e que se encontram em funcionamento. E em terceiro, porque faltam profissionais da área médica que queiram se aventurar a trabalhar nestas regiões.

No momento só se fala em reforma da Previdência. Por mais que sejam importantes as reformas estruturantes prometidas pelo presidente Bolsonaro, é preciso voltar os olhos pra essa necessidade da população, pois o tempo urge e a demanda da saúde é infinita.

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