Editorial

O desequilíbrio do governo com os seus gastos tem sido matéria de constantes discussões entre políticos, economistas e a sociedade.
Para tapar os rombos causados pela má administração do governo federal, querem mais uma vez aumentar impostos, sem levar em conta que o Brasil já tem uma das cargas tributárias mais altas do planeta. Chegaram até a levantar a hipótese de se recriar a famigerada CPMF, o imposto sobre a movimentação financeira de pessoas físicas e empresas.

Enquanto avançam as discussões, o que se vê é o seguinte: quanto aos políticos, principalmente os que compõem a base aliada do governo, todos sabem que são eles os propulsores da crise moral que vitimou o país nos últimos anos, e, portanto, não têm a autoridade necessária para buscar soluções; quanto aos economistas que compõem a equipe de governo, eles não se entendem e andam batendo cabeça contra cabeça quanto ao tão falado ajuste fiscal; e, quanto à sociedade, nota-se a sua apreensão com todo esse imbróglio, pois com o baixo crescimento do país, o aumento da inflação e do desemprego, a conta sobrará para os trabalhadores, o que poderá aumentar a desigualdade social.

Seria muito bom, se nessa discussão toda, a equipe econômica encontrasse logo uma solução para cortar os excessivos gastos do governo, e, também, que encontrassem os meios necessários para fazer o país crescer sem mais aumentos de impostos. É isso que espera a população.

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